Associação dos Produtores e Comerciantes de Sementes e Mudas do Rio Grande do Sul

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APASSUL apoia pesquisa acadêmica sobre mofo branco na soja - 16/05/2013

Uma vez no solo, a Sclerotinia sclerotiorum, fungo causador do mofo branco, precisa apenas de água, luz e temperatura na faixa dos 18 °C aos 25 °C para germinar (fica viável ao solo por 12/14 meses). Considerando que esta doença é um dos principais fatores limitantes da produção de soja, a APASSUL (Associação dos Produtores e Comerciantes de Sementes e Mudas do Rio Grande do Sul) apoiou a pesquisa do mestrando Ricardo Brustolin, orientado pelo professor Erlei Melo Reis, da Universidade de Passo Fundo, que investigou a disseminação do fungo por meio de sementes infectadas.

Os pesquisadores apresentaram os resultados do trabalho para um grupo de produtores de sementes associados à APASSUL na sede da entidade. Na ocasião, eles explicaram que o tratamento de sementes e a rotação de culturas com espécies não suscetíveis são algumas medidas que o produtor pode tomar para evitar o surgimento do mofo branco. Canola, nabo forrageiro, girassol e soja foram algumas espécies citadas como hospedeiras do fungo.

Brustolin esclareceu como foram conduzidos os experimentos, que avaliaram sementes infectadas com a Sclerotinia sclerotiorum juntamente com testemunhas não infectadas, tanto no campo quanto em ambiente controlado.
O pesquisador mostrou que o fungo prejudica a germinação das plantas. No campo, por exemplo, 42% das sementes inoculadas não emergiram. Nesse caso, a semente morre e aumenta o banco de escleródio no solo. Isto é o fungo não se propaga da semente de soja para a parte aérea; mas é bom destacar que a semente infectada morre e quando isto acontece formam-se escleródios.

O aprimoramento do tratamento de sementes com fungicidas foi uma das recomendações dos pesquisadores para controlar a Sclerotinia sclerotiorum e, rotação com culturas não suscetíveis à doença, como já foi ressaltado.


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