Associação dos Produtores e Comerciantes de Sementes e Mudas do Rio Grande do Sul

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Colheita dos grãos de verão segue em ritmo normal no RS - 25/03/2014

Segue a colheita dos grãos de verão, a maioria mantendo as médias das safras anteriores. De acordo com o Informativo Conjuntural elaborado pela Emater/RS-Ascar, a colheita do arroz avançou pouco no Rio Grande do Sul, devido ao tempo chuvoso e úmido dos últimos dias, e atingiu 45% do total semeado, quando a média para esta época do ano é de 58%. Mesmo com a colheita atrasada, as produtividades sustentam a expectativa de uma boa safra, com os produtores retirando das lavouras uma média de 8 mil quilos de arroz por hectare. Como cerca de 40% das lavouras em maturação apresentam bom potencial, os produtores gaúchos estão com muito boas perspectivas.

O feijão 1ª safra também apresenta boa produtividade. Para encerrar a safra, resta colher apenas as lavouras dos Campos de Cima da Serra, no entorno do município de Vacaria. Apesar da estiagem, que trouxe perdas pontuais, o Estado atinge uma produção de 78,5 mil toneladas de feijão. A safra foi marcada pela redução de área, compensada pela excelente produtividade média alcançada, a maior da história (1.562 kg/ha).

Os rendimentos do milho têm se mantido dentro das expectativas iniciais, apresentadas pela Emater/RS-Ascar, que projetam uma produção de cerca 5,3 milhões de toneladas. Muitas lavouras ainda estão em desenvolvimento e na fase de formação de grãos e a umidade no solo faz com que as plantas mantenham um bom potencial produtivo. A colheita evolui de forma normal para a época, alcançando 53% do total, frente a uma média de 54% para o período.

A colheita da soja deve se intensificar a partir de agora. Até o momento, estima-se que 8% da área semeada já foi colhida. A média para o período é de 10%. Os rendimentos observados até o momento variam de região para região, mantendo a média geral para o Estado, que é de 2.701 kg/ha.

HORTIGRANJEIROS
O clima mais ameno no Noroeste Colonial do RS, com boa insolação e umidade do solo, é favorável para as hortaliças e para o preparo de canteiros, semeadura e transplantios. Existe boa oferta de folhosas e reduzida oferta de culturas de verão, como pepino, abóboras e tomate. A oferta de cenoura e beterraba ainda está abaixo da procura, necessitando buscar estas culturas em outras regiões. É registrado aumento da procura por recursos junto aos agentes financeiros para instalação de estufas para o cultivo protegido.

Na região do Planalto Médio, há pouca quantidade de hortaliças folhosas oferecida no mercado e na feira do produtor. O clima ameno favorece o desenvolvimento das hortaliças, e espera-se que entre 10 a 15 dias a situação se normalize. Os preços estão elevados por falta de produto.

CRIAÇÕES
Na bovinocultura de corte ainda existe boa oferta de pastagens nativas nas áreas de criação, possibilitando boas condições fitossanitárias ao rebanho. Mesmo assim, os produtores realizam o controle de endo e ectoparasitas e a vacinação das terneiras contra a Brucelose. O ciclo reprodutivo está em vias de terminar, deixando boas perspectivas de nascimentos de terneiros para a safra seguinte. A comercialização de vacas com cria ao pé, terneiros e gado gordo, tanto para abate como para reposição, se mantém aquecida, satisfazendo os produtores.

Suinocultura - O atual cenário da política internacional melhora a perspectiva de aumento na exportação de carne suína do Brasil para outros países, como para a Rússia. No Alto Uruguai, as empresas que atuam com suinocultura informam estabilidade no plantel de matrizes e animais para terminação. O milho na região é comercializado de R$ 23,50 a R$ 28,00 a saca, e o kg do farelo de soja, entre R$ 1,30 a R$ 1,70. Já o suíno é vendido a R$ 2,90/kg vivo. Nos últimos meses melhorou o retorno econômico da atividade.

Piscicultura – Na Fronteira Noroeste e Missões, os rios mostraram leve elevação dos níveis e os pescadores relatam aumento da ocorrência da espécie Dourado nos rios Uruguai e Ijuí. Neste período é comum que os produtores alimentem mais os viveiros e açudes, pois a Semana Santa se aproxima e aumenta o consumo de pescado.

A Emater/RS-ascar está preparando a expectativa de comercialização de pescado da Semana Santa 2014 para todo o Estado. O diferencial neste ano é que o levantamento envolve a pesca de captura e comercialização de pescado cultivado, de forma a apresentar o que cada um representará em volume comercializado. Todos os municípios do Rio Grande do Sul que possuem Escritórios da Emater/RS-Ascar estarão envolvidos.

Fonte: Emater/RS - Ascar

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