Associação dos Produtores e Comerciantes de Sementes e Mudas do Rio Grande do Sul

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Semeadura do arroz e da soja avança no RS - 13/11/2012

Segundo o levantamento sobre as culturas da Emater/RS-Ascar, na última semana, a evolução da semeadura da lavoura do arroz foi acentuada no RS, já ultrapassando a metade da área inicialmente prevista. Com a perspectiva de redução das chuvas para o mês de novembro, a semeadura deve se intensificar nas regiões da Campanha e da Fronteira Oeste. Nessa última, onde as chuvas foram mais intensas, o plantio está atrasado, havendo também a necessidade de replantio de algumas áreas. Os tratos culturais, principalmente o controle de invasoras, estão muito prejudicados pelo clima da última semana. Já na soja, aproximadamente 12% da área destinada à cultura já foram semeados. Nesse último período, as condições climáticas foram favoráveis à oleaginosa, possibilitando boa evolução do plantio, de sua germinação e de seu desenvolvimento.

No milho, as lavouras estão na fase de pendoamento e início de formação dos grãos. A condição geral da cultura é muito boa, com chuvas abundantes, alta insolação e temperaturas elevadas em quase todas as áreas de produção, com a exceção do Alto Uruguai, onde há atraso no desenvolvimento e possível reflexo na produtividade esperada inicialmente. Porém, o excesso de chuvas dos últimos dias, em algumas regiões, poderá provocar lixiviação de nutrientes. Na safra atual, 70% do plantio foram concluídos, 63% estão em desenvolvimento vegetativo e 2%, em floração.

Mantêm-se desfavoráveis as condições para a lavoura do trigo nas fases finais de maturação e colheita, principalmente, em razão dos dias chuvosos, ocasionando redução na qualidade dos grãos e diminuição da produtividade. De uma maneira geral, já há sério comprometimento da safra, tanto no rendimento quanto na qualidade. Além da oscilação da produtividade, a qualidade tem mostrado PH abaixo do aceitável para aproveitamento nas indústrias de moagem. A cultura está com 61% das lavouras já colhidas.

Fruticultura

Inicia a colheita da temporada gaúcha de uvas, através da variedade superprecoce vênus, uva apirena - sem sementes, agricultada nos vales de grandes rios, locais esses bem mais quentes. A fruta está com ótima aparência, sanidade e sabor e, por ser a primeira disponibilizada ao mercado, está com forte valoração. Plantas indenes de pragas e fitomoléstias, apresentando bom vigor. Nessas localidades, a variedade niágara está adiantando-se bastante no desenvolvimento do fruto, já iniciando o processo de maturação fisiológica, devendo haver colheita já no final do presente mês.

Segue firme a colheita dos materiais precoces de pêssegos cultivados em mesoclimas mais quentes, com frutas de ótima coloração, sanidade e calibre. Sabor dentro da normalidade para os cultivares da estação. Plantas desenvolvendo-se sem maiores problemas quanto à incidência de doenças, porém, com forte ataque de moscas-das-frutas.

Criações
A produção das pastagens perenes e anuais de verão, como tifton, sorgo-forrageiro, capim-sudão e milheto, está com bom desenvolvimento nas áreas de produção de leite do Estado, com intenso desenvolvimento vegetativo proporcionado pelas condições de umidade e radiação solar. Em regiões de plantio mais do cedo das pastagens de verão, começam as adubações de cobertura e o uso das áreas pelos animais, pois, em boa parte das propriedades dessa produção, existe nesta época um pequeno vazio forrageiro provocado pelo final do ciclo das pastagens anuais de inverno, como aveia e azevém. Também há falta de forragem armazenada (feno e silagem), em decorrência do consumo em outros períodos. É visível a perda de escore corporal em função da falta de energia na dieta.

Na ovinocultura, os animais continuam com bom estado fitossanitário, em razão da qualidade e da quantidade de alimento ainda de campo nativo. Entretanto, com possibilidade de intensificação das chuvas, aumenta a preocupação dos criadores com o estado sanitário do rebanho. Na Fronteira Oeste e na Campanha, a esquila está em andamento, sendo que o rendimento médio de velo sujo deverá ser de 4 kg/animal. Devido ao clima, com mais chuvas, a produção de suarda - substância gordurosa existente na lã de ovelhas -, e, consequentemente, de lanolina deverá ser menor.

Fonte: Emater/RS - Ascar

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