Associação dos Produtores e Comerciantes de Sementes e Mudas do Rio Grande do Sul

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Segunda safra do feijão apresenta excelente desenvolvimento no RS - 23/04/2013

A cultura do feijão, no Estado, apresenta-se em excelentes condições de desenvolvimento, decorrentes das boas condições climáticas e também fitossanitárias atuais. Segundo o levantamento semanal da Emater/RS-Ascar, as plantas encontram-se nas fases de desenvolvimento vegetativo, floração e formação de grão, apresentando bom padrão de lavoura, com as condições de clima favorecendo os trabalhos dos tratos culturais. Os negócios continuam aquecidos, decorrentes de alguns fatores, entre eles, do fortalecimento do consumo, especialmente com a chegada de dias com menor temperatura, e pela redução de área cultivada, o que projeta, após o término da colheita, principalmente, a menor oferta no futuro. Essa situação mantém a tendência de alta do grão, elevando o preço médio da saca de 60 kg do feijão-preto para R$ 128,73, na semana, subindo mais 1,29% em relação à anterior, ficando 29% acima do valor da média histórica.

A ausência de chuvas nos últimos dias beneficiou também os trabalhos de colheita em todas as regiões produtoras de arroz, aumentando o percentual referente a essa fase em onze pontos nesta última semana, atingindo um total de 78% da área. De maneira geral, o quadro referente à cultura não se modificou em relação aos períodos anteriores, com as lavouras apresentando rendimentos dentro de intervalos já divulgados, e qualidade de grão (rendimento de engenho) dentro da média.

Já o percentual de colheita do milho avançou pouco durante este último período, apesar do tempo seco verificado recentemente. Essa aparente lentidão encontra explicação no fato de o produtor dar quase que total atenção à soja, uma vez que ela apresenta uma maior predisposição a injúrias quando os grãos encontram-se maduros e não são retirados das lavouras. Mesmo assim, na comparação com anos anteriores, a colheita da atual safra encontra-se à frente em oito pontos percentuais, alcançando 75% do total semeado. Com o clima ameno e o bom regime de chuvas ocorrido neste fim de safra, as lavouras do tarde também apresentam bom desenvolvimento e deverão repetir os rendimentos obtidos, até aqui, pelas lavouras do cedo.

Apesar dos esforços efetuados pelos sojicultores, nos últimos dias, para colher as lavouras maduras, a atual safra está com considerável atraso nesse quesito, com apenas 54% atingidos nesta semana. Esse percentual deverá sofrer considerável avanço nos próximos dias, uma vez que os prognósticos indicam um período bastante largo de tempo seco para o Estado. Outro fato que chama atenção é o expressivo percentual de lavouras prontas (maduras) a espera de colheita (38%).

As temperaturas mais amenas durante o outono têm propiciado condições ideais para o plantio e bom desenvolvimento da alface, aumentando, dessa forma, a oferta, e, consequentemente, a queda nos preços. A ocorrência de temperaturas mais baixas e sequência de dias ensolarados vêm favorecendo a produção de plantas vigorosas e sem a incidência de fitoenfermidades. Já em alguns locais, como o noroeste gaúcho, a torrencialidade de chuvas tem danificado as folhas e a oferta da hortaliça, projetando majoração na sua cotação. Preço médio na propriedade da crespa em R$ 8,00 a dúzia.

Devido às condições climáticas favoráveis do período, caracterizada pelo bom volume e distribuição de chuvas, os campos nativos e as pastagens cultivadas anuais e perenes de verão apresentam bom volume de pasto, principalmente nas regiões do Estado onde as chuvas foram mais intensas. O rebanho bovino de corte do Estado, de maneira geral continua apresentando bom estado nutricional, pois existe boa oferta de pastagens nativas e cultivadas. Os pecuaristas continuam realizando o controle de parasitas para preservar o estado sanitário dos animais, pois a elevação da umidade favorece a proliferação de alguns ecto e endoparasitas, especialmente as verminoses.

Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar www.emater.tche.br/site/noticias/noticia.php

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